Morre Steve Jobs, fundador da Apple

Confesso que fico abismado por acabar de ter feito um post comentando sobre a grande trajetória de Steve Jobs e em seguida ao post entrei no G1 da Globo.com e me deparo com a triste notícia da morte de Steve Jobs, segue o link:

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/10/morre-steve-jobs-fundador-da-apple.html

  Com certeza deixou uma grande bagagem para todo o mundo organizacional considerando que sua opção de vida era algo meio alternativo. Já teve envolvimento com brigas e drogas mas ao mesmo tempo o sucesso no mercado e o impacto que ele causou a economia mundial é indiscutível.

Resta-me mandar boas vibrações para ele onde quer que esteja!

Design thinking não é só para Designers

Para você que não é um designer e não possui habilidades nesta área, ou melhor, para qualquer pessoa que estiver lendo este post. Podem conferir o que falei sobre design thinking e também sobre o papel do designer, percebam que são coisas diferentes e que o design thinking é uma filosofia de vida, ou seja, qualquer pessoa pode aderir a este pensamento para resolver seus problemas, suprir necessidades ou até mesmo criar oportunidades de negócio.

Design thinking está ligado a inovação,  em qualquer área e tamanho, quebrando paradigmas já existentes. Você pode abrir a cabeça para o novo, testar e aprender com suas experiências.

A Apple é um excelente exemplo de empresa que inova e cria uma experiência fantástica com seus clientes. Steve Jobs é um cara visionário que enxerga pontos de vistas diferentes e já chegou a ideias que marcaram gerações.

Lanço a campanha seja você também um design thinker \o/

Para atender suas necessidades e resolver seus problemas sejam quais forem, tente focar na solução e qual a sua real necessidade. Pense, reflita, experimente e sinta a mudança acontecer.

#FicaDica

Entendendo o que é Design thinking

Não é de hoje que o termo Design thinking é comentado na internet, muitas vezes está relacionado com a palavra inovação. O fato é que essa filosofia de vida está ganhando cada vez mais adeptos.

Filosofia de vida é como um norte; como um senso crítico; como algo que nos guia e dá segurança para lutar por aquilo que para nós é importante.

Isso mesmo! Chamo de filosofia de vida pois as pessoas e empresas que enxergam que pensando no DESIGN podem obter maior sucesso em um tempo mais curto, acabam aderindo à ideia e tornam-se defensores da mesma, assim como eu.

Temos duas características que imperam em nossas cabeças pensantes:

  • O Analytic thinking: Consiste no pensamento analítico onde você considera os fatos passados para realizar às ações futuras. Assim como um advogado que se baseia nas leis para analisar um caso. Usa a lógica dedutiva e  indutiva, confiabilidade e repetição.
  • E temos também o Intuitive thinking: Baseia-se na intuição, na criação, no novo.  Usando a lógica abdutiva, validade, criatividade e inovação. Assim como músicos  fazem na maioria das vezes para compor músicas.

O Design thinking seria uma junção meio à meio de ambos lados, um lado em que você cria, imagina, inova e outro lado que você utiliza da experiência.

Alguns citam como um fenômeno social que está mudando a maneira das empresas atuarem fazendo com que reflita em seus processos, produtos e serviços.

A busca por inovação é grande, uma empresa que adote esta filosofia para solucionar seus problemas, suprir às expectativas de seus clientes e criar necessidades no mercado com certeza terá boas vantagens competitivas sobre seus concorrentes.

Para finalizar segue um vídeo bem interessante sobre Design Thinking

Fontes:

Livro Change by Design, Tim Browns

http://www.ideo.com/images/uploads/thoughts/IDEO_HBR_Design_Thinking.pdf

http://ezinearticles.com/?Analytical-/-Intuitive-Thinking&id=94800

http://sustainableinnovation.fi/blog_en.php?id=8&title=Design+thinking+in+business%3A+The+knowlege+funnel+model

A eXperiência do Usuário

Uma coisa é certa: Independente da opção da empresa seus clientes tem experiências quando utilizam seus produtos e/ou serviços.

O que resta para as empresas é fazer com que essa experiência seja agradável ao ponto do usuário querer usar novamente o produto ou serviço propriamente dito.

A eXperiência do Usuário (UX) é algo que deve existir na concepção do produto/serviço, na execução, assim como na manutenção e melhorias da ideia.

Vamos pegar um software como exemplo. A UX não consiste simplesmente na geração de protótipos de tela (wireframes) antes da implementação.  Mas sim, na compreensão das necessidades do cliente e de como serão solucionadas em uma interface.

Neste caso, encontramos boa parte da UX sendo trabalhada na construção da aplicação, gerando diversos protótipos, validando e então desenvolvendo a tela. Isso nos leva a concluir que maior parte do UX acontece nessa etapa do projeto e depois é só implementação bruta do software.

Essa é a questão, a eXperiência do Usuário deve ser trabalhada em todas etapas de uma solução e as vezes ela não está envolvida diretamente com o design do produto ou serviço que está sendo vendido, mas sim, na abordagem que é dada para os mesmos quando o vendedor vai bater na porta do cliente, no formato que o produto pode possuir, no cheiro, na cor, no nome…

A eXperiência do Usuário pode ser constantemente melhorada, depende de você!

Traga para sua realidade e pense aonde mais o cliente pode estar tendo uma experiência com seus produtos ou/e serviços e busque melhorá-la!

O papel do designer

Não é novidade ouvir a palavra design rolando por aí. Durante um bom tempo design virou referência de curvas, cores, formas, bordas e tamanhos. Trabalhos feitos por aquelas pessoas que possuem um feeling para coisa, fazem um curso de 5 meses e saem por aí se fazendo trabalhos como  ”Designer”.

O que um designer faz de fato?

            • Observa as pessoas no cotidiano.
            • Vivenciam suas experiências.
            • Criam protótipos de soluções.
            • Trabalham em colaboração.
            • São orientados à inovação.
            • Pensam diferente.

Quero deixar claro que o papel do designer não é criar logomarcas, brandings e layouts e sim, criar um significado para as pessoas!

O designer não deve buscar o resultado que ele ache legal, mas, deve focar em como atender/superar às expectativas do cliente. Para isso é de extrema importância compreender às necessidades do cliente.

Algumas metodologias e práticas já existentes podem auxiliar no processo, segue o link da árvore de conhecimento do projeto Corais.org que pode ajudar bastante nesta etapa.  (Este projeto se baseia nos conceitos de Design Livre, tipo software livre só que para design. Recomendo a entrar e conferir, conheço os criadores, admiro bastante o trabalho deles e também os ideais deste projeto.)

Hoje em dia diversas empresas no mercado estão reconhecendo que na verdade o design tem um grande papel para sucesso de um produto ou serviço. O segredo está em incluir essa preocupação nos processos de negócios das empresas. Esses assuntos estão ganhando cada vez mais atenção nas áreas estratégicas e de gestão de dentro das empresas.

“O constante feedback garante um grande valor agregado ao trabalho final.”

“O caminho para sucesso de produtos e serviços pode ser encontrado nos clientes.”

Novas profissões estão surgindo e com tudo isso começa a aparecer um leque de opções para os designers se capacitarem e atuarem.

Fica meu ponto de vista sobre o tema e repasso algumas fontes de informação que foram usadas:

http://corais.org/
http://www.eler.com.br/
http://www.slideshare.net/deniseeler/design-thinking-1503919

O que você encontrará aqui?

A ideia é compartilhar informações, expor minhas visões e vivências nos temas: Empreendedorismo, design thinking, customer development, práticas ágeis, desenvolvimento de software e novas tecnologias.

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